Wednesday, January 31, 2007

B.B King

Há certos momentos na vida em que nos valorizamos por estar presente em acontecimentos tão únicos. Para mim conhecer essa figura tão ilustre no mundo músical, foi definitivamente inexplicável. Passei minha infância e adolescência em diante ouvindo falar desse ilustríssimo senhor do blues. E qual não foi minha surpresa quando tive a notícia de que teria a chance de conhece-lo e cumprimenta-lo. E mais ainda quando ao dizer a ele: "I know that you heard it all the time, but I need to say - Is a pleasure to me, to meet you and to see your show! Thanks!" - Ele então me responder: "Is a plesure to me to play to someone like you!" Apesar de eu ser saxofonista, conheço bastante de guitarra e posso dizer que conheci o deus da guitarra. Nesta fota acima em ordem da esquerda pra direita aparecem: Fabiano e André, B.B King ao centro, Everson (eu) ao fundo com Lilian ao meu lado, Márcio e Jerônimo na frente da Lilian e finalmente Zorba no canto direito.



Não me contive e coloquei esta cortada onde apareço mais claramente ao lado do velhinho. Eu, Liliane Márcio junto a esse nome memóravel e eterno no mundo da música! B.B King foi um prazer incomensurável conheçe-lo!!

Tuesday, October 03, 2006

Big Time na Festa da Ordem














Há tempos eu não tocava em palco aberto, grande, com uma vista panorâmica.

O show começou com cerca de uma hora de atraso, e encerramos a festa após a apresentação de uma dupla sertaneja de qualidade duvidosa.

Olha, eu não quero ser prepotente nem chato, mas esse estilo não me agrada nem um pouco, embora tenha que concordar que esse é o som que “embala multidões”; bastava olhar a quantidade de pessoas que pararam para assistir! Enfim, apesar do horário avançado, da chuva incessante e do frio, muitas pessoas assistiram nossa apresentação e pediram BIS. Diversão de qualidade e gratuita: Satisfação garantida!

Deu para notar, lá de cima (e do lado), a diversidade do público presente e a variedade das reações: Eram adolescentes pulando, adultos relembrando, moçada dançando, “fãs” berrando e em especial os mendigos, que roubaram a cena; devem ser moradores cativos do Largo da Ordem, meio hippies. Apesar da aparência que causa um certo espanto e do cheiro forte da cachaça diária, eram inofensivos, estavam lá assistindo a passagem do som de manhã e a apresentação a noite. Figuras pitorescas, mereceram até fotografia com “close”; impossível não achar graça.

É bom saber que nosso trabalho é bem quisto embora ainda não tenha me habituado com esse assédio todo. Às vezes dá até um frio na espinha.






Por: Priscila Dal Bosco, novamente bancando a Mdme. Prica com sua Bola de Cristal.

Priscila é designer, artesã e de vez em sempre ataca de escritora e jornalista...rs...

Tuesday, September 26, 2006

Glub glub...














Um dos lugares em que eu me sinto melhor é na água, se for quentinha então, melhor ainda.

Esse ano tive a oportunidade de fazer algo que sempre tive vontade, mas nunca tive tempo ou dinheiro. Quando tinha um não tinha o outro, e quando tinha os dois não tinha a oportunidadade. Não que dessa vez eu estivesse nadando em dinheiro, muito pelo contrário, o que aconteceu é que surgiu a oportunidade certa, foi a união do quando, onde e como.
Sempre diziam que era como retornar ao ventre materno, não é a toa que toda criança gosta tanto de água morna. Sinceramente, eu não lembro como era o ventre da minha mãe, mas a sensação fora inexplicavelmente prazerosa. Devo ter passado umas duas semanas repetindo a mesma história para os amigos, conhecidos e até mesmo para os desconhecidos, bastava ter uma brecha para contar; e nem precisa dizer que estou completamente doido para poder mergulhar novamente. Pena que é um esporte, ou um hobby, que exige tempo e dispende um certo investimento do qual não disponho no momento. Também, um homem não pode ter tudo na vida... mas pelo menos trabalho no que gosto e posso de uma forma ou de outra fazer quase tudo aquilo que tenho vontade.

* A propósito, esse mergulho foi graças ao Show da Big Time Orchestra, na Pousada do Rio Quente, Goiás.
Texto por: Priscila Dal Bosco (tentando decifrar os pensamentos do Everson.)